sábado, 26 de março de 2011

Michael In´Bossa - Billie Jean

quarta-feira, 16 de março de 2011

mar de sangue "massacre de golfinhos no japao"

http://www.youtube.com/watch?v=H0afDVlX_hE
Depois que o filho de uma amiga comentou que o que se passa no japão é castigo da natureza(ou Deus) pelas maldades com os golfinhos, começo a crer na vingança. Que somente esses malditos sejam os que estarão condenados pela radiação. Merecem.

domingo, 13 de março de 2011

Terremoto pode até acelerar economia japonesa, diz especialista

Embora o desastre paralise atividades produtivas no curto prazo, a reconstrução vai exigir estímulos fiscais e monetários que poderão impulsionar o PIB Luís Artur Nogueira, de Comentários (4)Views (2463) Arquivo/Getty Images Primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, vai precisar flexibilizar o orçamento público São Paulo – O maior terremoto já ocorrido no Japão em 140 anos de medições vai prejudicar a atividade de montadoras de veículos, fábricas de eletrônicos e refinarias no curto prazo. Porém, o esforço fiscal e monetário que será necessário para reconstruir as áreas atingidas poderá, no final das contas, representar uma expansão para a economia japonesa, na avaliação do economista especializado em Ásia Paulo Yokota. Leia Mais 13/03/2011 | Número de mortos por terremoto no Japão se aproxima de 1,6 mil 13/03/2011 | Tecnologia evitou tragédia maior no Japão 13/03/2011 | 400 brasileiros moram em Fukushima, área de risco nuclear 13/03/2011 | EUA recomendam que viagens ao Japão sejam evitadas “A reconstrução vai exigir um esforço muito grande. Será preciso flexibilizar o orçamento, embora o nível de endividamento público já esteja muito elevado”, diz Yokota. O especialista explica que a dívida japonesa é bem diferente da europeia. “Não há dívida externa no Japão, pois a poupança da própria população financia os gastos públicos. O custo é muito baixo já que os bônus japoneses de longo prazo pagam menos de 0,5% ao ano. Na Europa, por exemplo, a rolagem das dívidas depende de dinheiro chinês, que pede juros maiores.” Outra medida importante, que poderá ser tomada pelo Banco Central do Japão, é no mercado de crédito. “Será necessário flexibilizar o crédito para as empresas e as famílias, que são muito poupadoras”, afirma Paulo Yokota, que já foi diretor do Banco Central do Brasil. “Ainda é muito cedo para avaliar o real impacto na economia. Meu feeling (sentimento) é de que o efeito será mais positivo do que negativo.” O economista lembra, no entanto, que a alta do preço do barril petróleo provocada pelos conflitos no mundo árabe e no Oriente Médio prejudica a economia japonesa, que importa todo o óleo que consome. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) do Japão teve crescimento de 3,9%, totalizando 479,179 trilhões de ienes, ou US$ 5,474 trilhões, atrás dos US$ 5,879 trilhões da China no mesmo ano. Foi a maior expansão entre os países do G-7 (o grupo das setes maiores economias do mundo), após sofrer com a crise nos dois anos anteriores. Do ponto de vista político, haverá um ganho para o governo japonês, na avaliação do especialista, que edita o site Ásia Comentada. “O prestígio do governo estava muito fraco. O terremoto vai aglutinar a população em torno da reconstrução.” Paulo Yokota, que tem família no Japão e já fez mais de 100 viagens para a região, está impressionado com o “pequeno” impacto causado pelo terremoto de 8,8 graus. “Pelo tamanho do terremoto, era de se esperar que houvesse até milhões de mortos. O Japão é muito preparado para esses fenômenos. Não foi à toa que veio uma missão japonesa a São Paulo neste início de ano para oferecer assistência às autoridades na questão das enchentes.”

sábado, 11 de dezembro de 2010

Conheça os principais direitos

dos

passageiros de companhias aéreas

G1 elaborou um miniguia para ser impresso e levado na viagem. Alimentação, reembolso e acomodação estão entre direitos assegurados.

Claudia SilveiraDo G1 SP

Aeroporto de Congonhas, em São PauloAeroporto de Congonhas, em São Paulo, conta com Juizado Especial Cível para resolver impasses provocados por atrasos e cancelamentos, entre outros problemas (Foto: Claudia Silveira/Arquivo/G1 )

Atrasos, cancelamentos de voos, overbooking e falta de assistência ou informação estão entre as principais queixas registradas nos Juizados Especiais Cíveis instalados nos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, e de Guarulhos, na Grande São Paulo. Saber os direitos dos passageiros pode não resolver o problema de imediato, mas ajuda a deixar a espera pelo embarque menos desconfortável e pode auxiliar na hora de um eventual pedido de ressarcimento.

Para isso, o G1 elaborou um miniguia com os principais direitos dos passageiros. O material está disponível para impressão neste link aqui e ocupa apenas uma página de papel. Ideal para ser levado durante as viagens de avião, principalmente nesta época de grande movimento nos aeroportos por causa das festas de fim de ano.

Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, somente em novembro deste ano, 410 passageiros fizeram algum tipo de reclamação no juizado especial do Aeroporto de Cumbica. Em Congonhas, foram 96 reclamações no mesmo período. Do início do ano até esta quarta-feira (8) foram, ao todo, 1.917 reclamações em Cumbica e 345 em Congonhas.

Criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para agilizar a vida dos passageiros insatisfeitos com as companhias aéreas, os juizados especiais realizam audiências de conciliação para resolver impasses provocados por cancelamentos e atrasos, entre outras questões relativas ao transporte aéreo. Nos aeroportos de São Paulo, no entanto, o índice de acordo não chega a 25% das reclamações.

Provas Caso o passageiro se sinta lesado, ele pode procurar esses juizados especiais, quando disponível no aeroporto, ou o Juizados de Pequenas Causas de qualquer estado. Uma das orientações dadas pelo juiz Paulo Jorge Scartezzini Guimarães, da 4ª Vara Cível de Pinheiros, é reunir o maior número de provas que comprovem um atraso, cancelamento de voo e até mesmo overbooking. “Aconselho o passageiro a ter como provar o que aconteceu. Pode ser por documento, filmar com o celular ou reunir testemunhas”, diz o juiz.

A resolução nº 141 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), em vigor desde julho deste ano, veio facilitar a vida do passageiro ao obrigar as companhias aéreas a fornecer, por escrito, informações sobre atrasos, cancelamentos e preterição, que é quando o passageiro tem a reserva confirmada, mas não consegue viajar seja por problema na aeronave ou overbooking, por exemplo.

Segundo o juiz, que é autor do livro “Dos Contratos de Hospedagem, de Transporte de Passageiros e de Turismo” (Saraiva), essa informação por escrito é fundamental em casos de pedido de indenização por causa de prejuízos causados por algumas das situações que encabeçam a fila de reclamações na Justiça.

Outras informações sobre direitos dos passageiros, como extravio de bagagem e viagem com crianças de colo, podem ser consultadas no site da ANAC.